terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
FUI ALERTADO DE QUE O MEU NOME E E-MAIL ESTÃO SENDO UTILIZADOS PARA FAZER CRÍTICAS E COMENTÁRIOS SOBRE A ILHA GRANDE E OUTROS ROTEIROS ECOLOGICOS. POR FAVOR, ME AVISEM
ONDE ESTÁ OCORRENDO ISSO. OBRIGADO!!!
segunda-feira, 15 de Setembro de 2008
APRESENTAÇÃO
O RIO DE JANEIRO é um estado privilegiado pela natureza exuberante que possui, pleno de encantos e paisagens maravilhosas. Impossível negar. Há sempre um lugar para se conhecer melhor. Proporciona excelentes opções de lazer e desenvolvimento cultural em contato direto com a natureza como caminhadas por trilhas, escaladas em rocha, vôo livre, turismo náutico e muito mais.O principal objetivo é estimular a observação de aspectos positivos de nosso Estado, divulgando pontos de atrativos naturais, de incrível beleza e biodiversidade. Além de conscientizar sobre a necessidade de preservação, também apresentamos ampla visão da história dos pontos visitados.
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O PROJETO NATUREZA DO RIO tem como coordenador o Guia José Carlos Melo, Especializado em Atrativo Turístico Natural e montanhista.
ROTEIROS ECOLÓGICOS DE CAMINHADAS

Além de proporcionar conhecer as mais belas e diferenciadas paisagens que só o Rio de Janeiro pode oferecer, o PROJETO NATUREZA DO RIO visa, ainda, o aprimoramento físico e mental do participante através de uma adequação de níveis de caminhadas, às suas condições físicas e psicológicas e, uma gradual superação de seus limites.
CAMINHADAS - BENEFÍCIOS E SUGESTÃO
CAMINHADA POR TRILHA é um esporte completo: A mente é desviada do "eu" para as belezas da Natureza. Trabalha o corpo, a mente e as nossas emoções. A busca em vencer as próprias limitações ou dificuldades impostas pela natureza, dominar o medo, ampliar limites, nos fazem esquecer o stress (ou contribui para melhor administrá-lo no dia-a-dia).
Quando vencemos desafios físicos reais, percebemos que muitas das “coisas” complicadas da vida tornam-se simples, e não nos assustam mais, pois achamos o nosso segundo fôlego e não sabiamos que o tinha.
É isso que a caminhada ecológica proporciona: sensação real de bem-estar, motivação e força para lidar com o mundo da maneira que ele se apresenta lá fora.
IMPORTANTE:
DESACONSELHAMOS caminhadas por trilhas para quem se encontra com o coração e pulmões fragilizados; baixa tonicidade muscular; com as articulações dos joelhos e tornozelos comprometidos; com problemas acentuados na coluna vertebral; dificuldade respiratória; epilepsia; síndrome do pânico; dependente de qualquer droga, remédio, agente estimulante ou depressivo; etc. E qualquer problema crônico de saúde física ou mental.
SUGESTÃO PARA CAMINHADA DE 1 DIA:
-Mochila resistente, que possa abrigar no seu interior:
1 litro de água ou o 4 garrafas pequenas;
1 camiseta e 1 par de meia reserva;
1 agasalho (frio e chuva);
1 apito e seu material de primeiros socorros;
1 boné, touca, protetor solar, repelente e máquina fotográfica;
lanche leve - (frutas passas, ou natural, sanduiche, biscoito, etc);
lanterna média com pilhas novas ( e pilhas reservas);
1 saco plástico resistente para retornar com o lixo produzido;
Observação: Uso obrigatório de tênis ou bota leve, resistente e macio.
Antes de qualquer caminhada, tome um bom café da manhã.
Evite praticar caminhadas ecológicas em jejum.
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TURISMO NÁUTICO - COSTA VERDE FLUMINENSE
Foi cobiçando riquezas, que navegadores europeus de várias nacionalidades, atravessaram corajosamente o oceâno atlântico, e alcançaram um terra gratis, de natureza generosa, chamada Brasil. Mas, o que poucos sabem, é que a região da Costa Verde fluminense, onde estão localizadas as Baías de Sepetiba, Ilha Grande e Paraty era um dos destinos preferidos desses primeiros exploradores. E, não é difícil entender, porque encontraram motivos de sobra para se apaixonar pelo que viram. Houve até quem não resistisse a tentação de registrar seus sentimentos. Assim, escreveu Américo Vespúcio, em 1502, perplexo diante de tanta beleza:
“Algumas vezes me extasiei com os odores das árvores
e das flores e com os sabores
dessas frutas e raízes, tanto que pensava comigo estar
perto do Paraiso Terrestre ..."
Não há dúvidas. Embora passados cinco séculos, ainda é possivel imaginar em pleno século XXI, a visão fantástica vivenciada pelos primeiros visitantes, inspirado na declaração acima.
ILHA GRANDE - PÉROLA VERDE DE ANGRA DOS REIS
Ela não recebeu dos índios tamoios esse nome por acaso; ela é a maior ilha do Estado do Rio de Janeiro, e uma das três maiores ilhas oceânicas do Brasil. E com absoluta certeza, uma das mais belas ilhas do mundo. Um paraíso ecológico com cerca de 100 praias para todos os desejos e aspirações, enseadas deslumbrantes, ilhas satélites que a adorna com mais beleza, rios de águas cristalinas, mangues e trilhas históricas constituem uma das paisagens mais espetaculares que se podem contemplar na natureza.
Seja bem-vindo a ilha que foi habitada pelos índios guaianases e também pelos tupinambas que deram a ela o seu nome atual. Os guaianases chamavam-na de Ipau Porã ou Poranga que quer dizer Ilha Bonita ou Bela. Já os tupinambas a denominavam Ipaum Guassu ou Ipau Açu expressões que significam literalmente Ilha Grande, batísmo que ficou para sempre.
RIO DE JANEIRO - ORIGEM DO NOME
FLUMINENSE E CARIOCA
Quase dois anos após a descoberta do Brasil, chega ao litoral fluminense, uma expedição mandada pela Corôa Portuguesa. Visava o reconhecimento dos recursos naturais e nomear os pontos visitados da nova terra. A frota comandada pelo capitão Gonçalo Coelho, auxiliado pelo cartógrafo florentino Américo Vespúcio, descendo pela costa, entra pelo que teria confundido com a foz de um rio. Na verdade, a baia que os índios Tamoios davam o nome de Guanabara. Eles a chamavam de “Gana-Bará”, que literalmente significa “Seio de Mar” em tupi.
Também chamavam esta região de “Iiteroi” (água escondida), porque avistada do oceano não se imagina os mais de 350 km² de espelho d`agua da Baia de Guanabara.
Por ter sido a baia descoberta em 1º de janeiro de 1502, os navegadores portugueses deram o nome de “Rio de Janeiro”, dia em que, naquela época, não se comemorava nenhum santo. Porém, há quem defenda, que quem descobriu o caminho marítimo das indias, jamais se enganaria com a entrada de um grande rio ou de uma baia. O que usaram, certamente, foi o nome “Ria de Janeiro. A palavra “RIA”, em geografia antiga, era a definição de uma entrada de baia e que acabou dando origem ao topônimo “Rio de Janeiro”.
Ensinam, que era moda no século XIX, dizer-se que flumen em latim significa “RIO” e fluminense fluvial aportuguesado, ou natural ou habitante do Rio de Janeiro.
“O gentílico "carioca", aos nascidos na cidade, só foi usado a partir de 1834, quando da criação do município neutro desmembrado da província do Rio de Janeiro. Antes disso, os nascidos aqui eram chamados de fluminenses, como ainda o são os nascidos no Estado do Rio de Janeiro, não na cidade. Gentílico derivado da palavra latina flumens: rio. A origem do topônimo carioca - cari=branco + oca=casa --, ou seja, casa de branco, numa alusão a casa de pedra mandada erguer por Gonçalo Coelho, na expedição portuguesa de 1503, o primeiro desembarque de europeus em terra do Rio de Janeiro. No entanto é um argumento pouco provável. É mais fácil acreditar que o local era chamado pelos tamoios de Acari-oca, toca de acará, peixe abundante naquela praia. Do local o nome passou a designar os habitantes do Rio de Janeiro.” (do Portal Brasilth)
A historiadora Celeste R. B. Ramos apresenta uma versão relevante. Diz ela: Carioca é uma palavra do tupi, Kaa-ry-og, que significa “corrente saída do mato ou do monte”. Essa corrente de água jorrava da nascente da serra, acima das Paineiras, e era famosa pela sua qualidade.
